Copa do Mundo 2026: jogadores que usarão os uniformes mais bonitos
A Copa do Mundo de 2026 começa só no dia 11 de junho, mas as seleções já disputam o campeonato das camisas mais bonitas do Mundial. Entre referências retrô, homenagens culturais e visuais mais ousados, os novos uniformes viraram assunto entre torcedores, colecionadores e até no universo da moda. Algumas seleções apostaram na tradição, enquanto outras decidiram reinventar completamente sua identidade visual para a competição.

(Agora a coluna GENTE também está no Instagram. Siga o perfil @veja.gente)
Argentina. A camisa argentina aparece entre as mais elogiadas pela combinação entre simplicidade e peso histórico. As tradicionais listras azul-claro e branco seguem praticamente intactas, reforçando a identidade visual que atravessa décadas. O uniforme foi descrito por críticos britânicos como um dos mais elegantes da competição por não tentar reinventar um clássico.
México. Um dos países anfitriões surge como uma das seleções mais ousadas visualmente. A nova camisa aposta em grafismos inspirados em elementos da cultura mexicana e em tons mais escuros do verde tradicional. O resultado chamou atenção por fugir do padrão básico visto em muitos uniformes da Copa.
Japão. Se ainda não se sabe até onde a seleção vai chegar em campo, no universo da moda o Japão já saiu na frente. O uniforme reserva traz 12 listras finas multicoloridas: 11 representando os jogadores e uma dedicada à torcida. A combinação entre simbolismo, modernidade e minimalismo transformou a camisa em uma das favoritas entre especialistas e colecionadores.
Gana. Assim como o uniforme reserva do Japão, a camisa principal de Gana aposta em um efeito de desenho à mão, mas com um visual mais detalhado e simbólico. O destaque fica para o padrão inspirado em uma teia de aranha, referência a Ananse, personagem do folclore do povo Akan. No centro aparece a estrela negra, símbolo nacional presente na bandeira do país.
Arábia Saudita. A camisa chama atenção ao apostar na inspiração em padrões da arquitetura tradicional saudita. O uniforme utiliza um tom de verde pouco convencional combinado com detalhes em roxo, criando um visual considerado um dos mais ousados da Copa de 2026. O modelo foi comparado a uniformes icônicos do passado, como a camisa do México de 1998 inspirada em desenhos astecas. Outro detalhe que agradou colecionadores foi a presença do emblema do emirado, formado por uma tamareira e duas espadas, centralizado na parte de trás da camisa, reforçando a sua identidade cultural.
França. Uma das favoritas ao título, a seleção francesa vem se destacando também fora de campo. O novo uniforme principal moderniza o tradicional azul francês com um padrão em zigue-zague e resgata a clássica gola branca usada pela equipe na conquista da Copa de 1998, disputada em casa. O visual sofisticado, frequentemente associado ao estilo dos jogadores franceses fora dos gramados, reforça a imagem da seleção como uma das mais elegantes da competição.
Estados Unidos. Outro anfitrião do torneio, os EUA decidiram revisitar a última Copa sediada pelo país, em 1994. A nova camisa recupera as tradicionais listras vermelhas e brancas, agora posicionadas horizontalmente, em uma releitura moderna do uniforme usado há mais de três décadas. As faixas ainda receberam um efeito ondulado que remete ao movimento da bandeira americana ao vento.
Curaçao. A camisa reserva do menor país a disputar uma Copa desponta como uma das favoritas entre colecionadores ao apostar em um visual vibrante inspirado na paisagem caribenha. O uniforme amarelo faz referência à capital Willemstad e aos prédios coloridos que cercam os canais dos bairros de Punda e Otrobanda. Tons de rosa pastel, turquesa e laranja aparecem em harmonia ao lado de um trevo tricolor, criando uma estética leve e tropical que transmite a atmosfera ensolarada da ilha.
Bélgica. A camisa reserva belga mergulha no universo da arte surrealista. Inspirado no escudo da federação nacional e na obra do pintor René Magritte, o uniforme traz gráficos abstratos em tons pastel de rosa e azul. A principal homenagem ao artista aparece na parte interna da camisa, com a frase “Ceci n’est pas un maillot” (“Isto não é uma camisa”), escrita na caligrafia característica de Magritte.
Noruega. De volta à Copa do Mundo após 28 anos, a Noruega apostou em um uniforme carregado de nostalgia. Inspirada em um modelo de 1997, a camisa traz um design arrojado baseado em elementos da bandeira norueguesa, seguindo uma tradição visual clássica do futebol, semelhante ao famoso quadriculado da Croácia. O modelo chamou atenção pelo uso de blocos de cores sólidas, sem estampas excessivas, em uma proposta considerada mais limpa e elegante do que muitos uniformes atuais.
Escócia. Em sua primeira participação em um Mundial desde 1998, a Escócia decidiu atualizar referências clássicas de seus uniformes. Embora o tradicional tartan tenha marcado a identidade visual da seleção desde os anos 1990, a camisa principal aposta agora em um padrão quadriculado aplicado sobre o azul escocês. O maior destaque, porém, ficou para o uniforme reserva coral, inspirado no icônico modelo usado em meados dos anos 90 e associado ao famoso “Exército Tartan”, como é conhecida a torcida escocesa.
