Caso Henry: Monique passa mal ao ver imagens da necropsia do filho e é dispensada do júri

Caso Henry: Monique passa mal ao ver imagens da necropsia do filho e é dispensada do júri

Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel e ré pela morte dele, passou mal durante a manhã desta sexta-feira, 29, ao ver fotos do corpo da criança durante o julgamento. Ela foi atendida por uma equipe médica do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e foi dispensada da sessão. A previsão é que ela volte a participar da plenária neste sábado, 30.

Ao ser atendida pelos médicos do tribunal, Monique foi medicada e, após mais de uma hora de repouso, foi dispensada pela presidente do júri, a juíza Elizabeth Machado Louro, que atendeu ao pedido de seus advogados.

A ré começou a se sentir mal durante o depoimento do perito e médico legista aposentado Luiz Carlos Leal Prestes. Durante sua fala, ele descartou a possibilidade da morte de Henry ter sido causada por um acidente doméstico, como uma queda da cama, ou de as manobras de ressuscitação no hospital terem provocado o óbito.

De acordo com o especialista, Henry teve uma “morte lenta” e “sofreu por muito tempo até sucumbir“. “Essa morte foi agônica, progressiva. Imagina uma criança de 4 anos. Qualquer arranhão a criança reclama. Com essa multiplicidade de lesões, a criança deve ter chorado e reclamado muito, porém com a hemorragia interna a criança perde a consciência”, disse Prestes.

O julgamento do ex-vereador carioca Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, e da professora Monique Medeiros, que respondem pela morte do filho dela, Henry Borel, entrou no quinto dia nesta sexta-feira, 29. As sessões prosseguem até que todas as testemunhas, e depois os réus, sejam ouvidos para os jurados emitirem o veredicto.

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