Lucas Pinheiro: como chega a principal esperança do Brasil nas Olimpíadas de Inverno

Lucas Pinheiro: como chega a principal esperança do Brasil nas Olimpíadas de Inverno

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Lucas Pinheiro Braathen é o principal nome da maior delegação brasileira na história rumo às Olimpíadas de Inverno em Milano-Cortina com chances de levar a primeira medalha da competição para o país tropical. O atleta de esqui alpino nasceu na Noruega mas defende a bandeira verde-amarela da mãe natural de São Paulo. Nesta semana ele compete na etapa de Schladming, na Áustria, enquanto sua trajetória é contada em documentário inédito.

Aos 25 anos, Lucas vive grande fase e terminou entre os cinco primeiros nas últimas oito provas do circuito e já acumula quatro medalhas na temporada: ouro em Levi, na Finlândia, e prata em Wengen, na Suíça, no slalom, além de dois segundos lugares em slalom gigante, em Alta Badia, na Itália, e Adelboden, na Suíça. O brasileiro lidera atualmente o ranking mundial do slalom no esqui alpino, e é o segundo no ranking geral.

Especialista nas disciplinas mais técnicas do esqui alpino (slalom e slalom gigante), o atleta irá disputar as duas modalidades nas Olimpíadas entre os dias 6 e 22 de fevereiro, em Milão e Cortina d’Ampezzo, na Itália.

Lucas assumiu a liderança do ranking de slalom da Federação Internacional de Esqui (FIS) no último domingo, 25, com seus resultados na etapa de Kitzbühel, na Áustria, da Copa do Mundo de esqui alpino. O brasileiro alcançou 401 pontos FIS (método de contagem do ranking) com a quarta posição na etapa, ficando apenas 0,04s do pódio. Nesta terça, 27, e quarta, 28, ele participa da etapa de Schladming, também no país europeu, e liderou a primeira descida de slalom gigante.

Filho de duas culturas

Nesta terça, 27, às 20h, o Sportv e Globoplay vão exibir um documentário inédito sobre Lucas. Como parte da programação especial de aquecimento para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, o documentário ‘Lucas Pinheiro Braathen – Do Meu Jeito’. 

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O filme acompanha a trajetória do atleta, “filho de duas culturas”, que rompeu com a federação norueguesa para escrever sua própria história e passar a competir sob a bandeira brasileira. “Eu achava que competir pelos outros era o objetivo, mas não era. Achava que o ouro era tudo, mas não era”, diz o atleta. “Para recuperar quem eu sou, precisei arriscar perder o esporte que amo. E, nesse risco, encontrei algo muito maior: eu mesmo”, complementa. Logo após a exibição no Sportv, o filme ficará disponível também para os assinantes do canal no Globoplay.

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