Família de corretora morta em Caldas Novas prepara despedida em Minas Gerais após liberação do IML

Família de corretora morta em Caldas Novas prepara despedida em Minas Gerais após liberação do IML

Não liberado

Liberação do corpo depende da conclusão do laudo necroscópico

Laudo necroscópico deve definir como Daiane Alves foi assassinada (Foto: reprodução / redes sociais)

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A família da corretora Daiane Alves Souza, 43 anos, ainda aguarda a liberação do corpo pelo Instituto Médico Legal (IML) de Goiás para realizar o sepultamento em Uberlândia (MG), sua cidade natal. Ao mesmo tempo, a perícia tenta esclarecer a dinâmica do homicídio, dificultada pelo estado da ossada e pelas contradições do síndico confesso sobre como de fato o crime foi cometido. A situação mantém o translado para o Triângulo Mineiro suspenso até a conclusão do laudo necroscópico.

Daiane foi morta após desaparecer no dia 17 de dezembro do ano passado. Os restos mortais da corretora foram localizados depois que o síndico Cleber Rosa de Oliveira, de 49 anos, confessou o crime e indicou à Polícia Civil o local onde o corpo havia sido deixado, em uma área de mata às margens da GO-213, entre Caldas Novas e Ipameri, a cerca de 15 quilômetros da residência da vítima. Cleber e o filho, Maicon Douglas, permanecem presos por envolvimento na morte da corretora.

Desde então, os restos mortais seguem sob análise. A expectativa da família é que o corpo seja liberado nos próximos dias para que o velório e o sepultamento ocorram no Cemitério e Crematório Parque dos Buritis, na cidade onde a vítima morava, dois anos antes de vir para Goiás. A data do enterro, no entanto, ainda não foi definida, pois depende da conclusão dos exames periciais.

Perícia trabalha para esclarecer a dinâmica da morte da corretora (Divulgação PCGO)

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Segundo a defesa da família, o laudo cadavérico é fundamental para esclarecer tecnicamente como o crime ocorreu. Ao Mais Goiás, o advogado Plínio César afirmou que o estado avançado de decomposição da ossada exige um trabalho pericial mais minucioso, o que tem atrasado a liberação do corpo, mas disse confiar no trabalho da polícia e que as causas da morte devem ser esclarecidas em breve. Os peritos também irão confrontar os vestígios encontrados com a versão apresentada pelo autor confesso do homicídio.

A família acompanha o andamento dos exames e aguarda a liberação para poder dar o último adeus à corretora em sua cidade natal.

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Fonte Original Mais Goias

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