Covarde, Inglaterra é eliminada e faz papelão na semifinal
A Inglaterra foi punida pela postura covarde que teve na semifinal e voltará para casa de novo sem o título da Copa do Mundo. Não será dessa vez que os ingleses dirão que “o futebol está voltando para casa”.
No segundo tempo, o torcedor viu uma seleção que joga com coração, e que não se curva diante de cenários adversos, a Argentina; e outra que – vale repetir – se acovardou num momento que exigia grandeza.
A Inglaterra, até os 20 e poucos minutos do segundo tempo, escrevia uma história incrível: um jogador cuja convocação havia sido contestada, Anthony Gordon, abriu o placar e se apresentou como desafogo de um time cujos líderes não conseguiam desempenhar bem: Harry Kane e Jude Bellingham.
Mas veio a parada para hidratação e supõe-se que o técnico Thomas Tuchel tenha dado a ordem para que todos recuassem. O time se encastelou em frente ao gol de Jordan Pickford certo de que conseguiria segurar o placar até o fim da partida.
Logo nos primeiros minutos depois da parada, já estava claro que não segurariam. Mas Tuchel insistiu, a ponto de tirar Gordon e colocar o defensivo Konsa.
Enzo Fernández empatou com um chute de fora da área e Lautaro Martínez virou o jogo. Dois atletas que, embora não estejam entre os melhores e mais habilidosos do mundo, têm bravura e persistência.
A Argentina ganhou sem mácula de eventuais lances duvidosos de arbitragem. Ganhou no campo, na bola.

