Ciro diz que decide por disputa à presidência ou governo do Ceará na primeira quinzena de maio

Ciro diz que decide por disputa à presidência ou governo do Ceará na primeira quinzena de maio

OPÇÕES

Em evento tucano, ex-ministro admitiu que convite de Aécio Neves o obrigou a repensar planos; em abril, Ciro havia dito a Ronaldo Caiado que focaria na disputa estadual

Ciro diz que decide por disputa à presidência ou governo do Ceará na primeira quinzena de maio (Foto: Reprodução)

O ex-ministro Ciro Gomes disse durante evento do PSDB, no sábado (25), que decidirá ainda na primeira quinzena de maio se vai concorrer à presidência ou ao governo do Ceará. “Aí vem o convite do PSDB para ser candidato. Eu me obrigo, por respeito, a pensar, amadurecer o assunto. E devo, na primeira quinzena, fim da primeira quinzena de maio, tomar essa decisão”, disse. Ele reforçou que estará em uma das disputas. “Um dos dois.”

No começo de abril, o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) procurou o ex-ministro para saber se ele seria candidato à presidência. A conversa aconteceu logo após o goiano ser formalizado como nome do PSD ao Planalto.

Na ocasião, conforme apurou o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, Ciro disse que focaria na disputa ao governo do Ceará. O diálogo, entretanto, ocorreu antes de o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, convidar o ex-ministro para disputar a presidência.

Aécio propôs, há algumas semanas, que Ciro concorresse ao Planalto. “Acreditamos que ele pode liderar um novo caminho para o Brasil, com uma economia liberal, inclusiva e uma gestão pública responsável. É o que o PSDB sempre defendeu e que o Brasil precisa mais do que nunca”, disse o tucano nas redes sociais.

O partido, por sua vez, informou que Ciro avaliaria o convite, “considerando suas responsabilidades com o Ceará”, mas não havia dado prazo. Gomes já disputou eleições presidenciais em 1998, 2002, 2018 e 2022, mas nunca chegou ao segundo turno. Na última, ele teve pouco mais de 3%, seu pior desempenho.

Ainda durante o evento de sábado, Gomes afirmou que se sentiu “profundamente humilhado” na última campanha. Ele disse, ainda, que foi impedido de participar por uma “campanha fascista”.

Fonte Original Mais Goias

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