Bad Bunny incendeia orgulho latino em primeiro show no Brasil

Bad Bunny incendeia orgulho latino em primeiro show no Brasil

O porto-riquenho Bad Bunny se apresentou pela primeira vez no Brasil nesta sexta-feira, 20, para uma plateia repleta de bandeiras não apenas brasileiras, mas de diversos países da América Latina. No palco, o astro esbanjou simpatia e incendiou o orgulho latino do público, que tinha as letras em espanhol na ponta da língua. “Esse show se trata da união do Brasil com Porto Rico e com a América Latina”, atestou ele no palco.

Emocionado, Benito disse que estava realizando um sonho, e agradeceu a espera paciente dos brasileiros que o acompanham desde o início da carreira. “Vocês são as únicas pessoas capazes de fazer com que essa noite seja uma daquelas que nunca esqueceremos. Aproveitem a música. Dancem e amem sem medo”, incentivou ele, incitando a plateia fervorosa.

Ao longo das duas horas e meia de show, a estrela que virou algoz de Trump nos Estados Unidos ao levantar com orgulho as cores de Porto Rico e defender a comunidade latina da repressão deparou-se com diversas bandeiras de sua terra natal, além do lábaro de países como Equador, Colombia, República Dominicana e várias outras que se misturavam ao verde e amarelo vestido por ele no palco. “Hoje, nós somos brasileiros, e vocês são porto-riquenhos”, atestou ele.

Animado com a recepção dos fãs, que surpreenderam ao criar um mar de luzes com as cores do Brasil por todo o estádio, Bad Bunny entoou sucessos que dominam as paradas musicais globais, como os hits Baile Inolvidable, Nuevayol e a viralizada DTMF, levando o público a mexer o esqueleto na pista. Em um momento aguardado do show, mudou-se para a casita, um palco secundário que reproduz uma moradia porto-riquenha e as festas típicas da região, com convidados participando da folia de dentro do cenário, ao som de canções dançantes como Yo Perreo Sola, Me Porto Bonito e Café Con Ron.

Simpático, o cantor chegou a descer do palco e distribuir beijos e abraços para o público na grade. Ele, no entanto, não foi a única atração da festa. Composta por músicos desinibidos e instrumentos tradicionais dos ritmos latinos, a banda de Bad Bunny deu um show à parte, com direto a homenagem ao Brasil com releituras de Garota de Ipanema e Mais que Nada. Mais do que a música propriamente dita, o que Benito leva para o palco é uma efusão cultural bem vinda que relembra que, apesar da diferença linguística, o brasileiro também esbanja latinidade, e o faz com orgulho.

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