Após reclamações do Goiás, departamento de arbitragem se pronuncia: “Se ele não salta, fatalmente seria pênalti”

Após reclamações do Goiás, departamento de arbitragem se pronuncia: “Se ele não salta, fatalmente seria pênalti”

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Coronel Júlio César Motta explica decisão da arbitragem após pênalti reclamado pelo time esmeraldino.

Foto: Reprodução TBC

Crac e Goiás ficaram no empate em 1 a 1 na noite de quarta-feira (11/2), no jogo de ida das quartas de final do Campeonato Goiano. A partida deixou a decisão em aberto para o confronto da volta, mas também foi marcada por reclamações do lado esmeraldino.

Após o apito final, o técnico Daniel Paulista contestou um pênalti não assinalado ainda no primeiro tempo, quando o Goiás vencia por 1 a 0. O lance gerou forte reclamação do banco alviverde e ganhou repercussão no pós-jogo.

Em entrevista ao Mais Goiás Esporte, o presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Goiana de Futebol (FGF), Coronel Júlio César Motta, se posicionou sobre a jogada e explicou a avaliação feita pela arbitragem. Segundo ele, o lance foi interpretado como normal.

“Primeiramente, um lance muito fino, muito difícil. Em nossa avaliação, nas imagens que temos, não há um toque do defensor no atacante. Quando ocorrer o contato, o atacante pula, e segue, e só depois que vê que não irá conseguir pegar a bola que cai, e essa queda não foi provocada por nenhum toque do defensor, tanto que quando entra salta, está em pleno equilíbrio. Se ele não salta, fatalmente seria pênalti, pois haveria o toque do defensor”, afirmou o Coronel Júlio César.

Com o empate na ida, a decisão fica totalmente aberta. Goiás e Crac voltam a se enfrentar no sábado (14/2), às 17h, no estádio Hailé Pinheiro. Quem vencer garante vaga na semifinal. Em caso de novo empate, a classificação será definida nas cobranças de pênaltis.

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