PCC e CV viram foco de discussão em debate entre Tarcísio e Haddad

PCC e CV viram foco de discussão em debate entre Tarcísio e Haddad

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Parte do primeiro bloco do debate entre os candidatos a governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) foi destinado a uma discussão sobre o avanço do crime organizado em São Paulo. De acordo com o petista, o Comando Vermelho (CV), originário do Rio de Janeiro, avança para o território paulista, principalmente para o interior.

“O Comando Vermelho está entrando do Rio para cá, estão no interior. E, agora, coronéis de alta patente vinculados com o crime organizado. Imagina passar para o crime organizado dados de um promotor de Justiça para que ele fosse alvejado. O (ex-secretário de Segurança Pública, Guilherme) Derrite bagunçou, você sabe disso”, disse Haddad ao citar uma investigação por possível vínculo de integrantes da Polícia Militar do estado com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Em resposta, Tarcísio citou a atuação do PCC no sistema de combustíveis e de transportes em São Paulo. “O PCC atuava no sistema de combustíveis, e fizemos ações no setor de combustíveis. Sempre se falou do PCC no transporte e fizemos operação. Inclusive, a operação atingiu um vereador do PT, o Senival Moura”, rebateu Tarcísio. O atual governador paulista saiu em defesa de Derrite e afirmou que o candidato ao Senado foi um dos responsáveis por diminuir a criminalidade no estado.

Neste primeiro bloco, há o confronto direto entre eles. Ao todo, serão vinte minutos para cada um gerenciar o tempo como considerar mais adequado. No segundo bloco, jornalistas da Band fazem perguntas aos dois, com respostas de dois minutos. Comentários e réplicas deverão ter um minuto cada. Serão duas perguntas para cada político. Tarcísio de Freitas é o primeiro a responder.

Em novo confronto direto, os adversários têm vinte minutos para administrar da forma que acharem melhor, seguindo uma ordem invertida em relação ao primeiro enfrentamento. Depois, cada concorrente tem dois minutos para suas considerações finais, por ordem também definida por sorteio: primeiro Tarcísio de Freitas e, por último, Fernando Haddad.

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Direito de resposta

Exclusivamente em caso  de ofensa moral e pessoal, o candidato poderá solicitar ao mediador o direito de resposta imediatamente após o término da fala de quem estiver com a palavra. O pedido será submetido à avaliação do comitê formado por jornalistas e por um advogado. A resposta será dada no mesmo bloco. Na hipótese de deferimento, será concedido um minuto.

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