O que disse Vinícius Jr. sobre escolha do batedor de pênalti contra Noruega

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Vinícius Jr. falou sobre a escolha de Bruno Guimarães para bater o pênalti contra a Noruega, ao invés dele, artilheiro da seleção brasileira na Copa. Seu companheiro desperdiçou a cobrança contra o goleiro Nyland, que depois custou na derrota por 2 a 1 para os noruegueses que eliminaram o Brasil do Mundial nas oitavas de final.
Em entrevista pós-jogo, Vinícius seguiu a linha do discurso da comissão técnica que decidiu antes da partida quem seria o batedor de penalidade.
“Não é na hora. O pênalti é decidido antes do jogo e o mister decidiu para o Bruno bater o pênalti porque ele bateu muito bem nos últimos dias”, explicou o atacante.
“Infelizmente, são ocasiões do jogo, perder e fazer os gols ali na hora. Infelizmente o Bruno perdeu, espero que não manche a carreira dele dentro da seleção.”
Artilheiro do Brasil na Copa com quatro gols afirmou que não fugiu da responsabilidade ao não ter cobrado o pênalti. O jogador chegou a ficar na marca da cal e segurar a bola, para depois passá-la para o companheiro cobrar.
“Sempre falo que eu nunca fujo da responsabilidade, não fugi da responsabilidade mais uma vez de bater o pênalti. Eu só quero o melhor para a minha equipe e esperava que o Bruno era o melhor batedor do nosso time hoje”, disse Vini.
Em entrevista coletiva, o técnico Carlo Ancelotti justificou a escolha de Bruno Guimarães em estatísticas e análises da comissão técnica.
“Fizemos uma estatística de um ano dos jogadores rivais e também dos melhores na seleção, e era o Raphinha, obviamente que não estava naquele momento no campo. O melhor a bater pênalti era Neymar, depois Igor Thiago, depois Raphinha e depois Bruno Guimarães e depois Martinelli. Escolhemos Bruno Guimaraes porque pensávamos que era o melhor em campo”, afirmou o treinador.
Próximo ciclo de Vinícius
Aos 25 anos, o jogador do Real Madrid projetou o próximo ciclo de Copa do Mundo, em que assume um papel de liderança maior, com a saída de outros veteranos, como Marquinhos e Alisson que falaram em tom de despedida após o jogo, e a consolidação de uma nova geração de jogadores como Estêvão, Rayan e Endrick.
“Meu papel sempre é tentar oferecer o melhor para a minha equipe, para o meu treinador e para o meu país. Eu não vou desistir de colocar o Brasil no topo outra vez”, concluiu Vini.
