Tadeu Schmidt homenageia Oscar Schmidt no BBB 26: “Dia difícil”

Com a voz embargada, muito emocionado e com lágrimas nos olhos, Tadeu Schmidt começou o BBB 26 nesta sexta-feira, 17, homenageando seu irmão Oscar Schmidt, lenda do basquete que morreu em decorrência de uma parada cardiorrespiratória. Com a foto do ex-atleta no telão, o apresentador deu seu máximo para manter a compostura na abertura da edição que definirá o primeiro finalista da edição.
“Oi, gente. Hoje é um dia difícil. Hoje nós demos adeus ao meu irmão Oscar. Mas eu fiz questão de estar aqui. Sabe por quê? Porque meu irmão, meu maior ídolo, sempre foi minha maior referência em tudo, principalmente no que diz respeito ao amor à profissão. Ele foi o maior do mundo nesse quesito, Oscar nunca deixou os companheiros de time na mão, nunca desfalcou a equipe nem com a mão quebrada. Sobretudo em dia de jogo importante. Por isso eu fiz questão de estar aqui hoje, eu vou me recuperar, tenham paciência, que eu vou me recuperar. Hoje é um dia muito importante e eu tô aqui pro joo. E ai de mim se eu não tivesse. Oscar ia ficar muito bravo comigo se eu não viesse trabalhar. Peço desculpas, vou me recuperar. Peço desculpas se eu também não estiver na energia de sempre. Mas tô aqui pra dar o meu melhor. Em homenagem a você, meu irmão.”, dedicou o apresentador.
Confira o discurso:
O que aconteceu com Oscar Schmidt
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira, 17, aos 68 anos, após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Ele tinha sido diagnosticado com câncera cerebral em 2011. Lenda do basquete mundial, o ex-atleta passou mal e foi socorrido ao hospital, mas nã resistiu. Apelidado de “Mão Santa” por sua precisão nas cestas, comandou a seleção brasileira em cinco Olimpíadas e rejeitou jogar na NBA para continuar defendendo o Brasil. Conquistou a medalha de bronze no mundial em 1978 e o ouro no Pan-Americano de 1987, em Atlanta, nos Estados Unidos, vencendo os americanos na final.
Oscar era 17 anos mais velho que Tadeu, mas a diferença não impediu que ambos firmassem um poderoso laço afetivo. Antes de seguir carreira jornalística, o caçula desejava estar nas quadras, como confessou ao Altas Horas em 2017: “Nunca sonhei em ser jornalista. Nunca sonhei em ser médico, dentista. Nunca sonhei exercer uma profissão tradicional. E sempre quis ser atleta. E como meu irmão era um ídolo, sempre achei que seria um ídolo do esporte também”.
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