Após chegada de Moro e anúncio de debandada, apenas sete prefeitos deixam PL no Paraná

Após chegada de Moro e anúncio de debandada, apenas sete prefeitos deixam PL no Paraná

Uma semana após o anúncio da saída de 48 prefeitos do Partido Liberal (PL) no Paraná, apenas sete mandatários abrigados pela legenda realmente pediram a desfiliação no estado.

O movimento de debandada foi motivado pela chegada do senador Sergio Moro (PL-PR) à sigla para disputar o governo estadual. O grupo que ensaiou o desembarque, liderado pelo deputado federal Fernando Giacobo — que também deixou o PL –, é alinhado ao atual governador Ratinho Jr. (PSD).

De acordo com o PL do Paraná, até esta quinta-feira, 2, apenas haviam confirmado a saída do partido os prefeitos Marcel Micheletto (Assis Chateaubriand), presidente da Associação Paranaense de Municípios; Rodrigo André Schanoski (Maripá); Eduardo Pasquini (Nova Esperança); Geri Dutra (Pato Branco); Edson Lupatini (Eneas Marques); Alex (Querência do Norte) e Elaine (Marumbi).

Por outro lado, o PL afirma que, no período de janela partidária, que se encerra nesta sexta-feira, 3, a legenda teve 53 novas filiações, entre elas deputados, vereadores e pessoas que não ocupam cargo público, mas que devem concorrer nas eleições deste ano.

Apenas nos últimos dias, após a chegada de Moro ao partido, embarcaram na sigla nomes como os deputados federais Vermelho e Sargento Fahrur, além dos deputados estaduais Mauro Moraes e Paulo Gomes da TV.

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Sondagem

Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quinta-feira, 2, mostra que Sergio Moro tem chances de vencer em primeiro turno a eleição para o governo do Paraná.

A pesquisa desenhou quatro cenários possíveis de primeiro turno no estado, nos quais Moro aparece com mais de 50% em todos. Confira aqui os resultados para primeiro e segundo turno, como também para o Senado Federal.

Previsão

Em entrevista ao programa Ponto de Vista, de VEJA, na terça-feira, 31, Moro afirmou ver como “naturais” as movimentações de prefeitos e disse crer que os mandatários que saírem eventualmente retornarão à sigla.

“Essas movimentações partidárias são naturais, não tem nenhum problema. E aqui tem a máquina do governo fazendo pressão em cima dos prefeitos. Acho até errado agir dessa forma (…) Mas não vejo uma preocupação muito grande em relação a esse movimento, até porque a gente sabe que lá adiante eles voltam”, disse Moro ao programa Ponto de Vista, de VEJA, na manhã desta terça-feira, 31.

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