Além da princesa: as estrelas mais bem vestidas do BAFTA 2026
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Além da aparição bombástica de Kate Middleton, o tapete vermelho do BAFTA também ganhou temperatura própria com estrelas desfilando vestidos que não eram só bonitos, mas demonstravam atitude, maturidade estética e escolhas inteligentes.
Emma Stone era uma das mais elegantes, envolta em um modelo preto com halter dramático e recorte frontal profundo da Louis Vuitton — uma construção precisa que alongava a silhueta e criava impacto imediato. O tipo de minimalismo que exige excelência de corte, mas também entrega.
Monica Bellucci também esbanjou elegância com um vestido preto Dolce & Gabbana couture, que abraçava o corpo com uma textura rica de veludo e decote estruturado, ombro a ombro. Cabelo solto, maquiagem luminosa e aquela confiança tranquila de quem entende perfeitamente a própria imagem.
Com energia contemporânea, Odessa A’zion apostou em Dior, combinando transparência e estética gótica-romântica. Jovem, moderno e com personalidade — um visual que comunica identidade, não apenas tendência.
O drama cromático veio com Kate Hudson, em vermelho-cereja sob medida da Prada. Decote ombro a ombro, cintura marcada e movimento fluido criavam aquele glamour cinematográfico que funciona de qualquer ângulo. Também de Prada, Carey Mulligan manteve sua assinatura de refinamento silencioso em alta-costura de linhas puras e caimento impecável, assim como Sadie Sink, vestindo um Prada verde metálico de ombros à mostra, em combinação que projeta futuro. Nada excessivo, tudo correto — elegância que não depende de esforço aparente.
A delicadeza sofisticada marcou a escolha de Rose Byrne, em Miu Miu amarelo-manteiga com cristais em degradê sobre chiffon. Leve, feminino e extremamente elegante, com styling limpo que deixava o vestido falar. Em contraponto, Kerry Washington surgiu com um look estruturado de alta-costura contemporânea da Prada, com ombros marcados e proporções precisas que demonstrava extrema força estética. Poder traduzido em roupa.
Encerrando com poesia visual, Gracie Abrams escolheu um modelo da Chanel Métiers d’Art, com bordados delicados e leveza etérea, perfeitamente alinhados à sua estética sensível. O resultado foi uma noite em que a moda cumpriu sua melhor função: revelar personalidade. Porque presença não se costura, se constrói.
Veja os looks:









