Gastos de Andrew como enviado comercial entram na mira e geram nova controvérsia

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“Não podia acreditar… era como se não fosse dinheiro real, eles não estavam gastando nada do próprio bolso”, disse a fonte, acrescentado que não tinha “nenhuma dúvida” sobre a veracidade das informações. 

O ex-alto funcionário ainda afirmou que os custos “desapareciam em diferentes orçamentos”, dificultando o rastreamento, e que não havia clareza sobre quem de fato fazia parte da comitiva.

Um ex-funcionário do falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein relatou que Andrew recebia uma “massagem diária” quando o visitava.

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O cargo ocupado por Andrew na época não era remunerado, mas ele contava com apoio de funcionários públicos e recursos dos contribuintes para suas viagens.

Na quinta-feira, Andrew deixou a delegacia após ser preso pela polícia do Reino Unido em meio a investigações de má conduta no exercício de cargo público, que envolveriam possíveis ligações com Epstein. O irmão do rei Charles III ficou detido por cerca de 11 horas.

A investigação está ligada a e-mails tornados públicos nos milhões de documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos relacionados ao financista Epstein, morto em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual.

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As mensagens sugerem que Andrew teria compartilhado relatórios de visitas oficiais a países como Hong Kong, Vietnã e Singapura, além de um suposto documento confidencial sobre oportunidades de investimento na reconstrução da província de Helmand, no Afeganistão.

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