Coragem de avançar, ação e movimento: o que o ‘Cavalo de Fogo’ significa em 2026 e por que é tema da Prada?

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Graças ao Cavalo de Fogo, 2026 chegou galopando. No horóscopo chinês, essa combinação rara — que só se repete a cada 60 anos — carrega a ideia de movimento constante, impulso vital e coragem sem freios. O cavalo simboliza liberdade, velocidade e desejo de expansão; o fogo acrescenta intensidade, paixão e transformação. Juntos, falam de um tempo que não aceita estagnação. Um ano que pede atitude, ação e escolhas feitas com o corpo inteiro, não apenas com a razão.
Não por acaso, esse imaginário ancestral encontra eco na nova campanha da Prada para o Ano Novo Chinês de 2026. A maison italiana se apropria do Cavalo de Fogo como símbolo de uma energia que sempre esteve em seu DNA: a vontade de avançar, reinventar e tensionar o clássico. “A vida é como andar de bicicleta: para manter o equilíbrio, é preciso se mover”, escreveu o cientista Albert Einstein — uma frase que, embora não fale de moda, traduz perfeitamente o espírito desta temporada.
Para marcar esse momento, a Prada apresenta um novo personagem — um avatar que encarna bravura, inquietação e espírito aventureiro. Fotografada pelo artista malaio Zhong Lin, a campanha traz os embaixadores Yang Mi e Ma Long vestindo looks da coleção primavera 2026, em diálogo com um cavalo vermelho geométrico que parece suspenso entre o passado mítico e o futuro digital. A imagem é forte, gráfica e simbólica, unindo tradição e vanguarda.
Segundo a própria marca, a campanha propõe um encontro entre uma simbologia antiga e elemental e o emblema mais reconhecível da Prada: o triângulo. Sob direção criativa de Ferdinando Verderi, o Cavalo de Fogo não apenas inspira, mas reinventa. O triângulo clássico da maison ganha nova leitura, como se também estivesse em movimento, prestes a saltar.
A narrativa extrapola as imagens. Em Xangai e Chengdu, a Prada leva o conceito para o espaço físico com instalações imersivas. A escultura temporária “Prada Fire Horse” ocupa o átrio do IFC Mall a partir de 22 de janeiro, enquanto pop-ups no Rong Zhai e no IFS Mall ampliam a experiência. A fachada da histórica mansão Rong Zhai se transforma em tela viva para projeções mapeadas do Cavalo de Fogo, culminando em uma feira sensorial que mistura jogos, comida e celebração — tudo em sintonia com o Festival das Lanternas.
A mensagem é clara e universal. O Cavalo de Fogo não fala de sorte passiva, mas de escolha ativa. De avançar mesmo sem garantias. De agir antes que o medo convença a esperar. Como a própria Prada parece lembrar: estilo também é movimento. E viver exige coragem para galopar.
