A origem das mais populares simpatias para o Ano Novo

A origem das mais populares simpatias para o Ano Novo

Pular sete ondas. A tradição da umbanda acredita que pulando ondas, a pessoa se conecta com o meio espiritual, será protegida por Iemanjá e receberá purificação de volta. Além disso, fazer pedidos para o próximo ano reforça o pensamento positivo de que tudo vai ser tranquilo pelos próximos meses. 

Louro na carteira. A origem é incerta, mas os gregos e romanos acreditavam que a planta era sagrada e associada ao sucesso. Com o passar do tempo, o hábito de se colocar uma folha de louro dentro da carteira se tornou sinônimo de atração de dinheiro. 

Comer lentilhas. A tradição surgiu após a vinda dos italianos para o Brasil. Segundo pesquisadores, na Bíblia, em Gênesis, se acreditava que comer o alimento trazia fartura. A origem pode ser por razões religiosas. Mas há quem acredite que seja pelo formato do grão se parecer com uma… moeda. 

Sementes de romã. Desde a Roma Antiga, a fruta é sinônimo de abundância e fortuna. Por isso, com o passar do tempo, as pessoas começaram a acreditar que ela trazia coisas boas. Desenvolveu-se o costume de se colocar três ou sete sementes na carteira ou bolsa, enroladas em um papel, para seu desejo ser “semeado” o ano todo. 

Presentes para Iemanjá. A tradição remonta à prática de pescadores de Salvador (BA), que desejam um mar com mais animais no próximo ano. Desenvolveram a ideia de dar presentes para, assim, agradar a Rainha do Mar e ter como retribuição fartura de pescados. 

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