veja os indícios de favorecimento na Copa
Por que ganhou força a teoria de que a Fifa ajudou a Argentina a chegar à final da Copa? Desde o primeiro jogo da albiceleste na competição, contra Argélia, houve lances que colocaram sob suspeita a lisura (ou na melhor das hipóteses, a competência) da arbitragem. No início, eram acusações tratadas como teorias da conspiração de redes sociais. No fim, virou manchete do The New York Times, que passou a usar o termo ‘VARgentina’.
O primeiro lance suspeito talvez tenha sido o mais grave entre todos. O craque Lionel Messi, camisa 10 da Argentina, deu uma solada no zagueiro argelino Mandi e sequer tomou cartão amarelo. É segudo dizer que a eventual expulsão do atacante poderia ter condicionado a trajetória dos ‘hermanos’ no restante da primeira fase e poderia ter alterado o chaveamento da Copa.
Esse foi o lance mais grave, mas não o único. O Mais Goiás fez um trabalho de pesquisa e reuniu todos os indícios e lances que forjaram esse sentimento de desconfiança entre aficcionados por futebol.
O jogo em que houve mais polêmicas foi aquele em que se acreditava que a Argentina teria menos dificuldades para vencer: contra Cabo Verde na fase de 16 avos de final.
A Argentina esteve no placar depois de fazer o primeiro e segundo gols, mas sofreu empate dos cabo-verdianos. A vitória veio na prorrogação, por 3 a 2, à custa de desgaste físico.
O momento mais lembrado daquela partida foi quando o árbitro permitiu que Messi cobrasse uma falta na entrada da área enquanto o goleiro Vozinha, um dos personagens desse Mundial, ainda ajustava a barreira. Apesar disso, conseguiu fazer a defesa. Houve também o lance em que o lateral direito Nicolas Tagliafico precisou sair de campo com um sangramento e o juiz parou o jogo por mais de um minuto, até que o argentino voltasse. A regra diz que a partida deveria ter seguido e que o atleta só poderia ter retornado um minuto depois de sair para atendimento.
