Caso Orelha: Ministério Público aponta ‘inconsistências’ e ‘lacunas’ em relatórios da polícia

Caso Orelha: Ministério Público aponta ‘inconsistências’ e ‘lacunas’ em relatórios da polícia

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) informou nesta sexta-feira, 6, que vai pedir à Polícia Civil nos próximos dias diligências complementares no caso Orelha, cachorro morto em Florianópolis em janeiro após agressões.

O MP afirma que identificou “inconsistências” e “lacunas” nos relatórios da polícia. Na última terça-feira, 3, a Polícia Civil concluiu o inquérito, indiciando e pedindo a internação de um dos garotos suspeitos do crime.

“Tanto a 10ª Promotoria de Justiça da Capital, da área da Infância e Juventude, quanto a 2ª Promotoria de Justiça da Capital, da área criminal, concluíram pela necessidade de mais esclarecimentos e maior precisão na reconstrução dos acontecimentos”, diz a coordenadoria de comunicação do MP.

“A 10ª Promotoria de Justiça, em análise preliminar do Boletim de Ocorrência Circunstanciado, identificou lacunas que precisam ser completadas na apuração da possível participação de adolescentes em atos infracionais análogos a maus-tratos contra animais, relacionados à morte de um dos cães”, diz o MP.

Segundo a nota, o MPSC continua apurando a possível prática de coação no curso do processo e ameaça envolvendo familiares dos adolescentes investigados e um porteiro de um condomínio da Praia Brava. A 2ª Promotoria de Justiça da Capital, que analisa o caso dos adultos, também irá requisitar diligências complementares à Polícia Civil.

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