Penduricalhos entram na mira do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal

Penduricalhos entram na mira do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal

Os penduricalhos, que são as verbas além do salário que juízes e desembargadores recebem, podem estar com os dias contados. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta quinta-feira, 5, o pagamento de todos os penduricalhos que não estejam previstos em lei federal ou estadual. Esses valores extras ficam de fora do teto constitucional, que é o máximo que um funcionário público pode receber. Hoje, o teto passa dos 46 mil reais.

A decisão do ministro Dino dá um prazo de 60 dias para que os Três Poderes reavaliem os penduricalhos pagos. O que não estiver já previsto em lei deverá ser imediatamente suspenso. É importante lembrar do contexto dessa decisão. Os ministros do Supremo estão discutindo um Código de Conduta e não há unanimidade dentro da Corte. A decisão de suspensão dos penduricalhos vai ser analisada pelos outros ministros da Corte, em uma sessão presencial que ainda precisa ser marcada.

E ainda falando de Poder Judiciário, a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Isabel Galotti pediu para deixar a relatoria das investigações de assédio sexual contra seu colega de Corte, o ministro Marco Buzzi. O motivo do afastamento seriam vínculos familiares com o investigado. O ministro Marco Buzzi é acusado de assediar sexualmente uma jovem de 19 anos. Esse caso foi revelado pela coluna Radar, de VEJA.

E também nesta quinta o presidente Lula falou sobre o encontro que teve com o banqueiro Daniel Vorcaro em novembro de 2024, um ano antes do escândalo do Banco Master. O presidente disse que o assunto da conversa foi a possibilidade de uma suposta interferência política nas investigações contra o banco, que já existiam naquela época. Lula também falou que cobrou de seu filho, Fábio Luis, o Lulinha, que ele fale a verdade nas investigações sobre o escândalo do INSS.

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